Friday, June 17, 2005

Capacidade de Leitura é Baixa entre os Adolescentes

Palavras-Chave: Leitura; Adolescentes; Portugal


A capacidade de leitura entre os adolescentes é fraca. É o que se conclui do relatório sobre as capacidades de literacia para o mundo de amanhã, elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

O relatório efectuado pelas instituições citadas anteriormente, aborda um estudo realizado em 45 países, incluindo Portugal, o qual refere que 27,9% dos estudantes adolescentes revelam uma capacidade média de leitura e 24% estão num nível muito fraco.

No que diz respeito a Portugal, o estudo indica que a capacidade de leitura dos adolescentes portugueses é mais reduzida nas famílias mais pobres, a percentagem de rapazes que se dedicam à leitura entre duas horas por dia por entretenimento é de 6,3%, menos de metade da fasquia alcançada junto do sexo feminino, 17,9%.

Referências Bibliográficas:
BASTO, Fernando – Relatório da OCDE. Jornal Público. (9 Jul. 2003).

Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação: o Curso

OBJECTIVOS:
Formar técnicos de nível superior qualificados em Biblioteconomia, Arquivo, Documentação e Informação.Formar quadros com competências técnicas de elevado nível, incluindo a capacidade de gerir documentos e informações em diversos sectores de actividade, aptos para trabalho em equipa e para a mobilidade profissional. Preparar profissionais capazes de desenvolver formação contínua especializada, e uma cultura técnica, científica e humanista aberta à internacionalização.Preparar técnicos especializados nas diferentes competências e ferramentas da informação e da gestão documental (tecnologias e outros recursos materiais e humanos) e habilitados com a teoria e a prática da avaliação, selecção, armazenamento, organização e tratamento técnico, pesquisa e análise de documentos e informação.

CONDIÇÕES DE
ACESSO:
Disciplinas específicas: Português ou Português e Inglês

GRAU CONFERIDO:
Bacharelato e Licenciatura (Licenciatura bietápica). O grau de bacharelato é obtido após a conclusão dos 3 primeiros anos curriculares e o grau de licenciatura após a conclusão dos subsequentes 2 anos curriculares.

REGIME:
Diurno (bacharelato) e Pós-laboral (licenciatura), com disciplinas de duração anual e semestral.

DURAÇÃO DA FORMAÇÃO:
3 anos lectivos (Bacharelato) + 2 anos lectivos (Licenciatura)

SAÍDAS
PROFISSIONAIS:
As principais saídas profissionais são: técnicos superiores de biblioteca, documentação e arquivo; docentes de Ciências e Tecnologias Documentais;formadores especializados no âmbito da formação contínua; técnicos e consultores de empresas e instituições publicas e privadas (sector da comunicação social, administração pública, bancos, centros culturais) nas áreas de: biblioteca, arquivos, centros e serviços de documentação e informação.Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação

HABILITAÇÃO PARA A
DOCÊNCIA
Habilitação para a docência de disciplinas técnicas específicas em Biblioteca, Documentação, Arquivo e Informação (cursos de especialização, cursos profissionais e tecnológicos, etc.)

Rua D. Sancho I, 981 4480-876 Vila do CondeTel.: 252 291 700 Fax: 252 291 714mailto:%20eseig@seig.ipp.pt
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Uma Questão de Sobrevivência

Palavras Chave: Livrarias; concorrência de vendas; hábitos de leitura; APEL

A crise económica que se arrasta em Portugal ano após ano, não deixa indiferente a situação do livro e das livrarias.
As feiras do livro, a venda de livros nas grandes superfícies como os hipermercados, a Fnac, as novas tecnologias e a internet, têm sido as maiores causas de concorrência das livrarias tradicionais, a par desta situação junta-se o baixo poder de compra dos portugueses.

Segundo um estudo realizado em Março de 2004 pela APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros –
http://www.apel.pt/), verifica-se que 90% das vendas de livros dizem respeito a pequenas e grandes superfícies livreiras, 35% a super e hipermercados, 26% nas feiras do livro, 9% nos clubes de livros, 5% por via postal , 3% porta a porta e finalmente 1% a alfarrabistas e internet.

Para além das causas de concorrência enumeradas anteriormente, alia-se o facto de Portugal ser um país de poucos hábitos de leitura, tal como se pode verificar através de inquéritos realizados aos portugueses pela APEL, dos quais se pode concluir que apenas 45% da população lê livros, isto porque os níveis económicos e culturais do nosso país são baixos.

Os portugueses que lêem muito constituem a chamada elite cultural, e normalmente são educados em famílias abastadas onde predomina o livro e o gosto pela leitura.
Esta situação pode explicar-se pelo facto destas famílias mais abastadas se concentrarem no litoral e onde se localizam a maior parte de livrarias.
Em contrapartida, existem concelhos que não têm uma única livraria e geralmente é nestes pequenos centros que se localiza a classe social com mais dificuldades económicas.

Referências bibliográficas:
GUERREIRO, António – Livros & Livros Limitados. Jornal Expresso. (13 Abril 2001).Manual de Sobrevivência. «Jornal Expresso: cultura». (29 Jan. 2005).

Bibliotecas Nacionais



Palavras Chave: Portugal; Rede Nacional de Bibliotecas Públicas; INE

Nos últimos 10 anos intensificou-se não só a quantidade mas também a qualidade de Bibliotecas Públicas em Portugal.

A Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, criada em 1987, inaugurou até Março de 2002 106 Bibliotecas em todo o país e os concelhos compreendidos pelo programa (RNBP) que datam de 2002 eram 209.

As condições das Bibliotecas melhoraram consideravelmente e consequentemente o número de utilizadores aumentou num país onde a leitura e a frequência a bibliotecas não são hábitos predominantes na população portuguesa.
Segundo estatísticas do INE (Instituto Nacional de Estatística –
http://www.ine.pt/ ), no ano de 1987, em mil habitantes 158 eram leitores em bibliotecas e em 1996 este número subiu para 354.

Referências Bibliográficas:
Grão a Grão. Visão. [S.l: s.n.], 2002.